Cotidiano

PG: Chapa 2 tenta impugnar eleições do Sindicato

Apesar da 15ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região ter convocado eleições do quadriênio 2018/2022 para 25 de outubro, o candidato a presidente pela Chapa 2 (oposição), Adriano Roberto Lopes da Silva, ingressou com um pedido de impugnação do

21 AGO 2018 Por Da Reportagem 11h:08
/ Rodrigo Montaldi/DL

A briga pela direção do Sindicato dos Trabalhadores Municipais de Praia Grande (Sesurb) parece não ter fim. Apesar da 15ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região ter convocado eleições do quadriênio 2018/2022 para 25 de outubro, das 08 às 17 horas, o candidato a presidente pela Chapa 2 (oposição), Adriano Roberto Lopes da Silva, ingressou com um pedido de impugnação do edital. 

Segundo a oposição, os administradores do Sesurb no processo eleitoral teriam criado normas fora do estatuto, permitindo que, mesmo o pleito não obtendo quórum mínimo – 1.019 votos – a Comissão Eleitoral poderá validar o pleito com o número de votos apurados. Além disso, alega que apenas um dia de votação não é suficiente para cumprir o quórum.

Para a Chapa 2, o administradores deveriam seguir o processo eleitoral de 2013, com quórum mínimo de 1.287 eleitores e eleições divididas em três dias. Além disso, questiona os locais – fora o Sindicato e a Prefeitura - onde as urnas serão afixadas, alegando que escolas e creches não proporcionam segurança.  

Outro lado

A Chapa 1, liderada pelo atual presidente do Sindicato, Givanildo Berto da Silva, alega que a intenção da oposição é de adiar e até evitar as eleições, porque a maioria dos eleitores estaria inclinada a votar na situação. 

“Servidores do Judiciário, há meses, trabalham horas e mais horas para que o processo eleitoral aconteça. Isso tem custo”, pondera os representantes da Chapa 1, alertando que a Comissão Eleitoral é composta por integrantes da duas chapas. 

Sobre a questão dos locais, a Chapa 1 é categórica: “qualquer pessoa com o mínimo discernimento e conhecimento da ­realidade do funcionalismo sabe que mais de 50% da categoria é lotada na Secretaria de Educação, atuando em escolas e ­creches”. 

Finalizando, a Chapa 1 acredita que impugnação do edital e dos locais “não passa de mais uma tentativa desesperada de enganar o Judiciário e, ao mesmo tempo, dificultar que o quórum eleitoral seja alcançado, colocando um fim na judicialização da disputa que deveria ser apenas no campo da política sindical. A sede do Sindicato fica no 9 andar do Beatrix Boulevard (foto), à Aveida Brasil, 600, no Boqueirão.

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